Monday, April 28, 2014

Então as ideias são...



Uma rúbrica que se iria chamar "De onde saiu esta?", eu colocaria aqui uma frase ou um texto e vocês teriam de adivinhar de onde foi retirada aquela frase ou texto... Pode ser de uma música, de um poema, uma frase que alguém celebre tenha dito ou até algo que alguém aqui da blogosfera tenha dito!
A outra é quando sair a rubrica uma pessoa me perguntar algo, completamente random e eu tenho de responder. No final do "De onde saiu esta?" eu escrevo: "X. faz-me a pergunta" ou "Quem quer fazer-me uma pergunta?" e fazem!

Thursday, April 10, 2014

It's too late to apolagyze?


Desculpem a minha grande ausência, estes últimos tempos foram complicados, mas já está tudo bem.
Tenho 2 novas rubricas em mente, curiosos?

Wednesday, February 26, 2014

Kill me!!


Estou aqui há pouco tempo, tenho poucos post's, eu estou a ser uma lástima neste blog!
Eu vou compensar-vos!
Amanhã venho cá, e darei novidades*

Thursday, February 6, 2014

Abre os olhos agradece a sorte de cá estar.

Eu nunca fui dessas...
Não, isto não está bem, não me sai nada!
Bem...
Eu  nunca fui desse tipo de raparigas, aquele que se está sempre a queixar dos seus problemas.
Eu tenho-os, e não são poucos, mas prefiro não falar sobre eles (espero que me esteja a fazer entender).
As pessoas olham para mim sempre com cara de: "Irritas só pelo facto de seres tão feliz!" Pf, do parecer ao ser ainda vai uma distância considerável.... Se eu soubesse a definição de felicidade ou tristeza seria muito mais fácil "responder" às caras que essas pessoas fazem. Talvez seja por "ser feliz" que elas me desprezam não falam comigo e olham-me de lado ou respondem-me mal quando pergunto ou afirmo algo.
Sim, eu quando tenho a certeza de algo coloco a cara mais pomposa (isto agora não correu bem, peço desculpa) e se a outra pessoa afirma o contrário eu não me rebaixo. Elas não gostam disso...
Tenho mil razões para baixar a cabeça perante certas atitudes e pessoas mas tenho mil e uma para abrir os olhos e agradecer a sorte de cá estar, seja a razão qual for...
Olhou para mim, já deve ter acabado de ler a amostra de carta que me pediu que escrevesse, deve ser para avaliar o estado em que me encontro neste momento. Mas ainda bem que acabou, já estou farta de olhar para a janela e ver a chuva e os brilhantes relâmpagos que caiem lá fora.
 - Muito bem Hope, bom começo. Mas tenho algumas dúvidas. Porque se refere a elas, no feminino, constantemente?
 - Porque estou a falar nas pessoas, depois para não me repetir passo a citar no feminino, fui habituada assim, mas é generalista.
 - Esclarecido, e porque não olhou para mim enquanto lia a carta? Não queria ver como seriam as minhas reacções?
 - Para que iria ver as suas reacções se isso não alteraria nada?
 - Boa questão... Por falar nisso, "abrir os olhos e agradecer a sorte de cá estar, seja a razão qual for..." - leu a frase muito calmamente com se de um verso de Florbela Espanca se tratasse - Não sabe o porquê de cá estar? - para psiquiatra não é lá muito perspicaz.
 - Ora, eu não me referi aqui, a este sítio, mas sim ao mundo, sorte de estar no mundo de ter algum propósito seja ele qual for e que não será feito aqui. Sim porque, referindo-me ao que perguntou, eu não sei porque estou aqui. Não fiz nada de errado, nem estou maluquinha. - disse com a minha cara pomposa.
 - Agora estou esclarecido. E não, não fez nem é nada disso. Muito pelo contrário, ao escrever o que escreveu e ao dizer o que acabou de dizer só prova que não é, de todo, maluquinha.
 - Então porque estou cá?
 - Porque dizem que os que sofrem mais são os mais inteligentes.... E você vai ter que contrariar ou provar isso. Temos um longo caminho pela frente, menina Hope....
fictício*